O que é?
A Orientu é um produto que procura fornecer a melhor orientação para que os estudantes
possam ter acesso a informações de qualidade na hora de escolherem a carreira e o curso universitário que mais faça sentido.
possam ter acesso a informações de qualidade na hora de escolherem a carreira e o curso universitário que mais faça sentido.
Por meio de conteúdo de qualidade e atual, queremos ajudar estudantes que estão em
dúvida nesse importante momento e precisando de suporte. O objetivo é auxiliar na hora de escolher a área a seguir, qual carreira faz mais sentido, o curso mais indicado e até mesmo a instituição universitária.
dúvida nesse importante momento e precisando de suporte. O objetivo é auxiliar na hora de escolher a área a seguir, qual carreira faz mais sentido, o curso mais indicado e até mesmo a instituição universitária.
Processo de construção
Entrei na construção da Orientu (uma Bussiness Unit do Stoodi) em janeiro de 2020. Nesse momento do produto havia apenas uma versão MVP dele, baseada em um app de teste vocacional que fora adquirido pelo Stoodi.
Nessa primeira versão do app havia apenas uma atividade simples - ele foi publicado a fim de rankiá-lo nas lojas de aplicativo. Mas mais do que isso, era necessário uma primeira pesquisa para compreender melhor nosso usuário - um público jovem no final ou recém terminado ensino médio.
Na primeira pesquisa qualitativa foram convidados alguns usuários do Stoodi para
conversar e descrever, por meio dos relatos e percepções coletadas nas entrevistas, os
potenciais usuários do nosso produto, suas expectativas ao interagir com uma experiência
como a que propomos, os pontos que os levam a julgar uma experiência digital como boa, e,
por fim, oportunidades para o futuro. Trata-se de uma investigação funcional e cultural. Também é um objetivo obter direcionadores para o projeto; guias que norteiem a concepção de features futuras, a priorização de esforços e refinamento de conteúdos
conversar e descrever, por meio dos relatos e percepções coletadas nas entrevistas, os
potenciais usuários do nosso produto, suas expectativas ao interagir com uma experiência
como a que propomos, os pontos que os levam a julgar uma experiência digital como boa, e,
por fim, oportunidades para o futuro. Trata-se de uma investigação funcional e cultural. Também é um objetivo obter direcionadores para o projeto; guias que norteiem a concepção de features futuras, a priorização de esforços e refinamento de conteúdos
Quem bateu um papo com a gente
Muito obrigada, mais uma vez.

Foram colhidos diversos insumos, desde para features, entendimento socioeconômico, contextos de uso e experiência de uso. Nessa apresentação me aterei a explicar sobre a experiência de uso coletado nessa pesquisa para contextualizar sobre o redesign e os passos seguintes.
Experiência de uso
Nem todo mundo têm uma noção madura de design. Ou seja, nem todos entendem que os atributos visuais e funcionais de um app são de um determinado jeito por conta da intervenção de alguém.
Entretanto, todos temos expectativas de qualidade, performance e design que esperamos que sejam atendidas ao iniciar a interação com um produto digital.
Um ponto importante de se destacar é que essas expectativas não são criadas exclusivamente pela pessoa que as tem, mas também pelos parâmetros de qualidade que ela elegeu ao interagir com os mais variados produtos e serviços, físicos ou digitais.
Uma pessoa que nunca usou um mensageiro instantâneo como o WhatsApp, por exemplo, não seria tão ávido de considerar ruim uma experiência de um chat que levasse 30 segundos para enviar uma mensagem. De maneira similar, alguém que está acostumado a usar bancos digitais, se sentiria frustrado ao ter que ligar para algum atendente para resolver um problema com seu banco tradicional.
Uma pessoa que nunca usou um mensageiro instantâneo como o WhatsApp, por exemplo, não seria tão ávido de considerar ruim uma experiência de um chat que levasse 30 segundos para enviar uma mensagem. De maneira similar, alguém que está acostumado a usar bancos digitais, se sentiria frustrado ao ter que ligar para algum atendente para resolver um problema com seu banco tradicional.
Unânime, também, foi a exigência de uma navegação fluida - sem travar, simples e bem projetada, tanto em termos visuais quanto funcionais. Um bom design não é um diferencial, mas sim um requisito mínimo para se iniciar uma conversa com o usuário. Muito disso é explicado pelo modo com o qual o nosso tipo de usuário prefere interagir: os usos são picotados e distribuídos; ele não costuma separar um tempo do dia para produtos digitais; ao pegar o celular, milhares de apps e conteúdos disputam sua atenção. Em resumo, existe uma crença de que para uma mesma finalidade, existem inúmeros aplicativos, o que faz com que os usuários só interajam minimamente com um produto, caso o julguem satisfatório.
"Por mais que seja bonito e tal e tenha todo aquele design, se você entrar e for ruim, você não entra nunca mais. Mas, o que chama a atenção à primeira vista é o layout, o design.”
Silvia, 18
"Tem que ser simples de usar. Principalmente, eu gosto de achar todas as coisas só quando clico em configurações. Não de ter que ficar entrando em configurações, que entra em outra e vai pra outra página…"
Fernanda, 19
"Ser fácil de usar, sem muita complicação assim; ter um design também que dê pra você olhar tudo numa página só, sem ter que ficar procurando... ter tudo fácil assim, prático…" Júlia, 20
Redesign
Partindo dessas premissas, fomos para o redesign:






Validando
Após o redesenho do aplicativo para dar mais valor ao usuário, precisávamos validar isso e então fizemos uma pesquisa em guerrilha de usabilidade em 28 de fevereiro.

A intenção foi testar dois cenários distintos, que diferiam em aspectos visuais e de linguagem. Não houve nenhum comentário negativo, e ambos foram satisfatórios. Decidimos de acordo com os direcionamentos da primeira rodada de entrevista.
Após o teste de usabilidade foi construído um novo método de pesquisa para construção de guias estéticos.


A intenção foi construir, junto com a pessoa usuária, um moodboard que funcione como guia estético para o projeto. Direcionamentos mais apropriados de gramática visual, linguagem verbal e funcionalidades.

No método colocávamos diversas interfaces com atributos estéticos e pedíamos para classificar de melhor a pior e que tentassem explicar a razão.
Depois apresentávamos um apanhado de comportamentos digitais, como compartilhar, curtir, stories, etc e solicitávamos para selecionar seu top 3. Depois disso foi demandado que construíssem um app sobre eles próprios.
Destrinchamos aspectos visuais semioticamente, partindo de primeiridade onde só há cor (que funcionava mais como um quebra gelo, pois a escolha de cor não nos era tão importante porém era as que os usuários mais levavam tempo para escolher), até atingirmos aspectos mais concretos como estilo de linguagem gráfica e textual. Em todos eles pedimos uma explicação, se possível, da escolha e se amigos e amigas da pessoa entrevistada também teria a melhor escolha e o por quê.
Versão WEB
Além do aplicativo, era necessário projetar uma versão web para 4. Versão Web podermos atingir mais usuários.


Créditos
Um produto não se faz sozinho. Obrigada a todo mundo que participou dos workshops, pesquisas, testes, desenvolvimento, etc.
Product Designer: Letícia Lucena
Product Manager: Guilherme Barros
Front-end: Vinicius Ribeiro
Flutter Dev: Rodrigo Fuscaldi
Tech Lead: Yuri Piratello
QA: Beatriz Lana